Mary Shelley e a Sibila de Cumas
molduras proféticas no romance The Last Man (1826)
DOI:
https://doi.org/10.52152/heranca.v5i1.455Palavras-chave:
Mary Sheilley, The Last Man, Feminismo, Sibila de CumasResumo
Resumo
No ano de 1826 a escritora inglesa Mary Shelley publica o romance apocalíptico The Last Man, contando a história de como a humanidade fora dissipada por uma peste em 2100, restando apenas um sobrevivente que, imune à pandemia, resolve deixar registrado em forma de diário, a história do fim do mundo como ele o conhecia. Ao apresentar o relato que levou à escritura da narrativa, Mary Shelley nos coloca em contato com o mito da Sibila de Cumas, revelando ter encontrado o manuscrito que indicava os fatos que ela narrou em seu romance. Este artigo visa discutir a importância do texto introdutório do romance, considerando as molduras estabelecidas entre o mito da Sibila e as capacidades criadoras de Shelley.
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Referências
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